Depois de um dia todo de pura sacanagem, resolvemos tomar banho e dar uma voltinha. Tínhamos cansado do garçom tchutchuco, queríamos coisas novas, alguma coisa que fizesse a a noite valer a pena. Enfim, não achamos!
Mas de qualquer forma nos divertimos um pouco. Uma companheira esfomeada devorou uma pizza sozinha (parecia aquelas baleiudas comendo com a mão), tinha catchup no cabelo, na calça, na blusa, na barriga ....Essa cena, por si só, já falava muita coisa. Eu e a outra companheira assistíamos tudo sem interferir nem desconcentrar. Não rimos, nem nos cutucamos, apenas prestamos atenção na cena inédita e assustadora que estávamos presenciando.
Até que nos deparamos com uma mesa cheia de velhos aparentemente ricos. Afinal, eles usavam roupas de ricos, tinham cabelos de ricos, relógios de ricos, sapatos de ricos e tudo mais. Um deles até usava aquelas meias de uma perna só (aquelas que os velhos ricos usam). Percebemos que eles estavam encantados coma performance da nossa amiga e companheira de organismo ao se deliciar com aquela pizza gigante da Cia. Paulista, com bordas de catupiri e sei lá mais o que (ela comeu tão rápido que não deu pra ver o que recheava a pizza).
Começam as trocas de olhares...Calma pessoal o que isso tem demais? Tirando o fato deles serem velhos... Eles podiam ser legais, simpáticos, inteligentes, precisávamos de novos amigos mesmo. Além disso, eles podiam pagar a nossa conta (isso sim seria muito legal). Mas olhamos, olhamos e nada...
Terminamos tudo pagamos a conta (a essa altura não nos importávamos mais se os velhos eram legais ou não...Já não eram úteis). Enquanto aguardávamos o troco eles levantaram para ir embora, ficamos procurando o carro maravilhoso que eles iam entrar, ou a casa, eles podiam morar ali perto (mas tinha que ser bem perto porque do jeito que eram caquéticos não iam conseguir andar muito tempo). Não encontramos nenhum dos dois.
Até que....há alguns metros avistamos um carro, que de tão velho e capenga despertou o nosso lado bom, ficamos com medo de deixar aqueles pobres (pobres mesmo, muito pobres) velhinhos entrarem...Ficamos na expectativa...A minha amiga de organismo, de bom coração, até pensou em oferecer uma carona aos vovozinhos, mas a essa altura estávamos rindo tanto, mas tanto, que desistimos...
Picote 1 – eles vieram pra cá nesse pau velho né? Então eles vão voltar.
Picote 2 – Ah, vai ver isso é mania de velho rico. Esse carro deve ser de estimação.
Picote 3 – Vão se fuder, vamos embora que é melhor!!!!
Era de se esperar. Afinal a nossa amiga, companheira e esfomeada já reconheceu que é musa da ralé!
Mas de qualquer forma nos divertimos um pouco. Uma companheira esfomeada devorou uma pizza sozinha (parecia aquelas baleiudas comendo com a mão), tinha catchup no cabelo, na calça, na blusa, na barriga ....Essa cena, por si só, já falava muita coisa. Eu e a outra companheira assistíamos tudo sem interferir nem desconcentrar. Não rimos, nem nos cutucamos, apenas prestamos atenção na cena inédita e assustadora que estávamos presenciando.
Até que nos deparamos com uma mesa cheia de velhos aparentemente ricos. Afinal, eles usavam roupas de ricos, tinham cabelos de ricos, relógios de ricos, sapatos de ricos e tudo mais. Um deles até usava aquelas meias de uma perna só (aquelas que os velhos ricos usam). Percebemos que eles estavam encantados coma performance da nossa amiga e companheira de organismo ao se deliciar com aquela pizza gigante da Cia. Paulista, com bordas de catupiri e sei lá mais o que (ela comeu tão rápido que não deu pra ver o que recheava a pizza).
Começam as trocas de olhares...Calma pessoal o que isso tem demais? Tirando o fato deles serem velhos... Eles podiam ser legais, simpáticos, inteligentes, precisávamos de novos amigos mesmo. Além disso, eles podiam pagar a nossa conta (isso sim seria muito legal). Mas olhamos, olhamos e nada...
Terminamos tudo pagamos a conta (a essa altura não nos importávamos mais se os velhos eram legais ou não...Já não eram úteis). Enquanto aguardávamos o troco eles levantaram para ir embora, ficamos procurando o carro maravilhoso que eles iam entrar, ou a casa, eles podiam morar ali perto (mas tinha que ser bem perto porque do jeito que eram caquéticos não iam conseguir andar muito tempo). Não encontramos nenhum dos dois.
Até que....há alguns metros avistamos um carro, que de tão velho e capenga despertou o nosso lado bom, ficamos com medo de deixar aqueles pobres (pobres mesmo, muito pobres) velhinhos entrarem...Ficamos na expectativa...A minha amiga de organismo, de bom coração, até pensou em oferecer uma carona aos vovozinhos, mas a essa altura estávamos rindo tanto, mas tanto, que desistimos...
Picote 1 – eles vieram pra cá nesse pau velho né? Então eles vão voltar.
Picote 2 – Ah, vai ver isso é mania de velho rico. Esse carro deve ser de estimação.
Picote 3 – Vão se fuder, vamos embora que é melhor!!!!
Era de se esperar. Afinal a nossa amiga, companheira e esfomeada já reconheceu que é musa da ralé!
*Foto tirada pelo badalado fotógrafo Marcolino Marreteiro da sessão "celebridades" do jornal local de Caiacó.

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